sexta-feira, 7 de junho de 2013

PROJETO DE LEITURA


 

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA


PROJETO LEITURA


  ‘’ … NA SOLIDEZ DO CONCRETO HÁ SUTILEZA DA PALAVRA 
NA VISÃO DO LEITOR”
Manoel Pedro de Souza


OBJETIVO GERAL:

Trabalhar e desenvolver a aplicabilidade e influência da leitura e escrita nos diversos contextos cultural, artístico, comunicativo e expressivo existente no meio social.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Despertar o interesse e o gosto pela leitura de uma maneira lúdica e prazerosa.
Apresentar situações diversas onde a leitura e a escrita se faz necessária.
Desenvolver o potencial crítico, analítico e inovador existente no indivíduo.
Criar momentos de amizade e companheirismo entre os envolvidos no processo ensino aprendizagem utilizando a leitura e escrita como recurso essencial para alcançar essa finalidade.
Estimular a participação da comunidade no espaço escolar tendo como veículo condutor a apresentação da leitura e escrita.
 
JUSTIFICATIVA:

“A leitura de mundo precede a leitura da palavra...”, (Paulo Freire).
Buscando desenvolver um trabalho voltado para a prática da leitura e escrita em sala de aula, propusemos elaborar e executar a metodologia e atividades existentes nesse projeto, tendo como ponto de partida a influência que a leitura e escrita exerce no contexto sócio – político que envolve o meio em que o individuo (aluno) vive e atua. Partindo dessa premissa esse projeto se propõem a direcionar os seus objetivos utilizando a vivência de mundo em que os alunos adquirem nas relações interpessoais, bem como no conjunto de situações e fatores que a sociedade adquiriu no seu processo de formação e existência.
 
DESENVOLVIMENTO:

Esse projeto terá início a partir do mês de abril e finalizará no mês de dezembro, tendo como proposta a interdisciplinaridade, podendo ser aplicado em todo segmento de ensino, cabendo ao professor adequar a sua aplicabilidade de acordo com as competências que compõem cada segmento de ensino. Portanto todos os professores poderão dar a sua parcela de contribuição e participação, utilizando recursos diversos para trabalhar a leitura e escrita em sala de aula, desenvolvendo da seguinte forma:
 
MÊS DE ABRIL:

Nesse primeiro mês as atividades se concentrarão, a princípio, nos estudos e análise da proposta desse projeto, bem como na aquisição dos recursos e materiais necessários para a sua execução por parte de direção e professores. Nesse mesmo período fica sob responsabilidade da direção e do corpo docente a apresentação, discussão e reflexão junto aos alunos sobre os objetivos que esse projeto deseja alcançar. É imprescindível que nesse mesmo período bem como no decorrer de todo o processo desse projeto, o professor trabalhe e apresente em sala de aula, os diferentes gêneros literários e textuais a fim de que os alunos possam utilizar essas linguagens no decorrer das atividades sugeridas.
Concluído esse primeiro momento, o fio condutor para trabalhar a leitura e escrita será a música nos seus diferentes contextos, o professor terá a sua disposição esse recurso para despertar no aluno o interesse pela leitura e escrita, seguindo os seguintes critérios ;a cada semana do mês de abril, o professor trabalhará estilo de música que tenha uma mesma temática ex: na primeira semana iremos trabalhar com música cujo a temática é direcionada a questão ambiental, a partir dessa temática o professor trabalhará o texto musical bem como poemas, poesia, textos entre outros que aborde esse mesmo assunto.
 
MÊS DE MAIO:

Nesse mês o recurso a ser utilizado é a apresentação de trabalhos artísticos como quadros, esculturas, fotos e recortes, disponibilizando a cada semana do mês um determinado tipo de arte , sendo que o professor aproveite o ensejo para trabalhar a vida de determinados artistas que criaram obras correlatas com a que está sendo trabalhada durante a respectiva semana. Durante a exposição os alunos serão questionados com as seguintes indagações após analisarem as obras expostas: o que vejo, o que penso e o que sinto diante da obra e o que gostaria de acrescentar ou retirar.
 
MÊS DE JUNHO: 
 
O mês junino apresentaremos os fatos ocorridos a nível local, estadual, federal e mundial, destacando os diferentes aspectos como social, cultural, político e econômico utilizando para essas apresentações diferentes recursos como slides, mural, cartazes, gráficos entre outros, podendo dinamizar apresentação em forma de telejornal (plantão de notícias tendo um redator, o câmera o jornalista).

MÊS DE JULHO:

No mês de julho será dedicado a entrevistas com personalidade ligada a cultura, política, a movimentos religiosos e comunitários. O roteiro dessas entrevistas deverá ser elaborada pelo professor e alunos.

MÊS DE AGOSTO:

Nesse mês trabalharemos as diversas manifestações culturais e artísticas, bem como as influências e contribuições dos diferentes povos que constituíram a sociedade brasileira, sendo ela africana, indígena, europeia, asiática entre outras. Destacando a arte do bordado, da culinária, da medicina caseira e das manifestações folclórica como danças, lendas, contos etc.
 
MÊS DE SETEMBRO: 

O mês de setembro abordará o sentimento pátrio, trazendo para a sala de aula todo contexto dos hinos nacionais como o da república, da bandeira, do soldado, da independência, bem como os símbolos e brasões nacionais, o que cada bandeira representa para o país e os diversos Estados. Pesquisaremos os vultos históricos e personalidades tanto local como nacional que entraram para a história por terem envolvidos em questões pátrios.
 
MÊS DE OUTUBRO:

Nesse mês enfocaremos os jogos , brincadeiras e brinquedos existentes ou que já existiram, fazendo uma ponte entre o passado, presente e futuro. Depois de realizado essa pesquisa, o trabalho poderá ser culminado com oficinas de todo material pesquisado.
 
MÊS DE NOVEMBRO:

Esse mês dedicaremos a pesquisas da vida e obras de diversas personalidades que compõem a literatura brasileira fazendo referência aos que foram trabalhando durante os meses anteriores, utilizando teatro, jogral, dramatizações, recital nas apresentações dos trabalhos.
 
MÊS DE DEZEMBRO:

Culminância do projeto: confeccionaremos um livro com todas as produções que foram elaboradas no decorrer desse projeto, sendo que esse livro deverá ser dividido em nove capítulos apresentando as diferentes temáticas trabalhadas nesse projeto.
 
ATIVIDADES:

- Música
-Imagem/colagem
- Notícias/fatos diários
- Mídia (entrevistas)
- Reportagem
- Brincadeiras/jogos
- Cultura/arte


quinta-feira, 6 de junho de 2013

CONTO SEMENTE DA VERDADE


Conto semente.da.verdade from evanildegomes

É um conto folclórico oriental,  o texto é o mesmo disponibilizado aqui no blog, quem puder utilizar no datashow pode baixá-lo, é melhor baixá-lo do youtube. Quem puder pode também copiar na SME.
 

Como os pais podem acompanhar seus filhos na escola




EDUCAÇÃO COMEÇA EM CASA


Confira as 10 dicas abaixo e participe mais do dia a dia escolar do seu filho. É simples e ele merece.

  1. Não deixe o seu filho faltar às aulas sem necessidade. Faltas dificultam a aprendizagem.

2- Garanta que ele vá à escola na hora certa.

3- Visite a escola do seu filho e apresente-se aos professores dele.

4- Compareça às reuniões de pais e mestres. Se não puder, chame alguém que goste do seu filho para ir no seu lugar.


5- Pergunte o que ele aprendeu de novo no colégio e mostre interesse.

6- Peça que ele lhe ensine algo. Isso ajuda a fixar o conteúdo.

7- Acompanhe a lição de casa. filhos estimulados pelos pais a fazer as lições de casa têm um desempenho melhor. Mas atenção: estimular não é fazer por ele.

8- Leia sempre. É bom para você e excelente para o seu filho, que seguirá o seu exemplo naturalmente.

9- Estimule atividades que usem a leitura: jogos, receitas, mapas.
Brinque de
10- Palavras cruzadas, caça palavras, forca, stop e outros jogos que envolvam a escrita.


Veja se o seu filho está aprendendo o que deveria na idade dele:

  • Aos 8 anos, deve saber ler e escrever com facilidade.
  • Aos 10 anos, deve saber somar, subtrair, multiplicar e dividir.
  • Aos 14 anos, deve resolver uma equação de 1o grau com duas variáveis (X e Y) e interpreta textos com facilidade.

Fonte:www.educarparacrescer.com.br

Conceito de moral e ética

O vídeo produzidos por alunos, numa linguagem jovem, é excelente para sensibilizar outros jovens para a reflexão.

O COORDENADOR PEDAGÓGICO E A ARTE DA ARGUMENTAÇÃO




A argumentação é a principal ferramenta de trabalho do coordenador pedagógico. Durante a realização de seus afazes no cotidiano da escola, o coordenador argumenta o tempo todo. Ele precisa muitas vezes “ convencer ” o professor a realizar determinado trabalho, atividade, projeto. O mesmo ocorre no contato com o diretor e com os pais de alunos, no qual o coordenador lança mão de sua experiência e conhecimento teórico para direcionar e resolver os dilemas pedagógicos do dia-à-dia.
Se não existem verdades absolutas, em educação menos ainda. Portanto, ouvir o posicionamento do colega, não bater de frente com ele e buscar respaldo para seus argumentos num referencial teórico é o melhor caminho para o coordenador.
Para isso, dominar algumas técnicas se faz necessário. Lembre-se que:
- Seus argumentos devem ter um embasamento, nunca deve-se afirmar algo que não venha de estudos ou informações previamente adquiridas.
- Seus exemplos devem ser coerentes com a realidade, ou seja, podem até ser fictícios, mas não podem ser inverossímeis.
- Cuidado com comentários em uma escola, a respeito da outra escola em que você trabalha, isso gera desconfiança.

O texto abaixo, traz excelentes dicas que precisam ser assimiladas pelo coordenador e colocadas em prática ao passo que forem surgindo as necessidades.

Por :Evanilde Gomes.


Como ganhar uma discussão
Alessandra Oggioni

Conduza o raciocínio antes de dar opinião, não confronte o oponente de maneira direta e nem pense em devolver acusações: descubra dez passos para argumentar bem.
A maioria das pessoas acredita que argumentar é “vencer” o outro, colocando por terra suas ideias e opiniões. Mas este é um grande engano.
Segundo o professor de linguística Antônio Suárez Abreu, autor do livro “A Arte de Argumentar – Gerenciando Razão e Emoção” (Ateliê Editorial, 2008), saber argumentar é, em primeiro lugar, aprender a integrar-se ao universo do outro. “É preciso fazer com que o outro tenha condições de ver o objeto da disputa de um ponto de vista diferente daquele a que está acostumado e, ao final, tenha o desejo mudá-lo, concordando com quem argumenta”, explica.

Portanto, em uma discussão, está terminantemente proibido querer impor o seu ponto de vista a qualquer custo. Aquele que logo de cara diz “eu não concordo com você” provavelmente não vai conseguir convencer ninguém. Sendo assim, mostrar consideração pelo que o outro pensa ou sente é o melhor caminho. “Quando nosso interlocutor acredita que pensamos de maneira igual, fica mais fácil ele concordar com as teses que estamos defendendo”, afirma Ana Lúcia Tinoco Cabral, pesquisadora da área de linguística e autora do livro “A Força das Palavras – Dizer e Argumentar” (Editora Contexto, 2010)
Veja dez pontos para argumentar melhor em qualquer discussão ou negociação.

1. Não bata de frente

Em primeiro lugar, é importante aprender a ouvir, para detectar o que o outro pensa sobre um determinado assunto. “Ninguém consegue convencer o outro batendo de frente com seus valores ou modelos mentais. É sempre importante, antes de propor um argumento, conseguir abrir uma brecha nesses modelos”, ensina o professor Antônio Suárez Abreu.

2. Foque no que o outro tem a ganhar

Depois que você ouviu atentamente a exposição do outro, coloque o foco da sua fala no que o interlocutor tem a ganhar, e não naquilo que é objeto imediato do seu desejo. Foi assim que o analista de logística Rafael Dalecio Luiz conseguiu uma vaga em uma multinacional automobilística para a qual prestava serviço. “Eu era de uma empresa terceirizada e tinha sido transferido de São Paulo para Curitiba há um ano. Quando vi que havia vagas no cliente, percebi que era uma chance de voltar. Então, resolvi me oferecer ao cargo”, diz.

Mas quando procurou o responsável pelo processo seletivo, Rafael embasou os argumentos naquilo que a companhia teria a ganhar com a sua contratação, em vez de simplesmente dizer que gostaria de retornar à cidade natal. “Mostrei que a empresa economizaria, pois não precisaria arcar com custos de transferência, e também apresentei os resultados da minha performance na área com números, que deixam a informação mais crível”, conta ele, que conseguiu a vaga.

3. Use os argumentos certos

Para “vencer” uma discussão, também é preciso escolher os argumentos de maneira apropriada e conduzi-los de forma lógica. De acordo com o professor de oratória Reinaldo Polito, o mais adequado é embasar sua fala em exemplos, comparações, estatísticas, pesquisas, estudos técnicos e científicos, teses e testemunhos. Desta forma, é essencial manter-se sempre bem informado sobre o que acontece à sua volta. Quando necessário, vasculhe dados que possam ser úteis para um argumento consistente.

4. Foque nas ideias principais

Um erro bastante comum no processo de “convencer” o outro é usar muitos argumentos ao mesmo tempo. Isso pode confundir a pessoa e enfraquecer o poder de persuasão. Por isso, o melhor é eleger as ideias mais consistentes e focar apenas nelas. No entanto, evite ficar repetindo o mesmo discurso a todo momento, para que a alegação não perca a força.

5. Não apresente sua opinião de cara

Uma técnica que costuma funcionar bem é não apresentar a sua opinião logo de cara. O bom orador, aquele que argumenta de forma eficaz, conduz o raciocínio para depois apresentar a tese. Daí, se o outro concordou com o pensamento todo fica mais fácil, e até inevitável, aceitar a ideia.

Nestes casos, uma boa dica é usar argumentos dedutivos, ou seja, aqueles que partem do geral para o particular. Por exemplo: Todos os habitantes da ilha são alfabetizados (informação de conhecimento geral). Alberto é um habitante da ilha. Logo, Alberto é alfabetizado (dado de caráter particular).
6. Mude a importância dos valores

No livro “A Arte de Argumentar – Gerenciando Razão e Emoção”, Antônio Suárez Abreu mostra a re-hierquização de valores como um bom método para argumentar. “Você não destrói um valor do outro, apenas põe um outro acima, em termos de hierarquia”, diz. Na verdade, é uma espécie de drible. Um exemplo disso é o que fez Monteiro Lobato em seus livros infantis. Em sua época, por volta de 1920, o “modelo do pai rigoroso” imperava. Em vez de combatê-lo, o autor colocou as crianças em férias no Sítio do Picapau Amarelo, um lugar em que o pai foi substituído por uma avó carinhosa, Dona Benta, que podia ensinar sem punir.

7. Fuja da retorsão

Não abuse da chamada retorsão, o ato de mostrar que o interlocutor pratica ações contrárias às que defende. É o caso de alguém que, confrontado por chegar atrasado, diz algo como: “Mas, você, no mês passado, também chegou atrasado três vezes”. Este argumento é o mais usado nas chamadas DRs, as temidas “discussões de relacionamento” . E é por isso que um casal raramente chega a um consenso.

8. Transmita credibilidade

De acordo com o professor de oratória Reinaldo Polito, o melhor de todos os argumentos é a credibilidade do orador. Assim, a alegação só terá o efeito desejado se existir coerência entre o discurso e a atitude de quem fala. “Por melhores que sejam as palavras, se não encontrarem respaldo no comportamento do orador, não terão crédito e não serão suficientes para convencer”, diz.

9. Fale com domínio e entusiasmo

Outro ponto importante para passar credibilidade no argumento é ser natural, espontâneo e, principalmente, demonstrar conhecimento sobre o assunto que se expõe. Também é essencial transmitir emoção. “A força da argumentação também depende da maneira como ela é exposta. Se a pessoa falar sem motivação, sem energia, sua causa poderá parecer inconsistente”, analisa o professor Reinaldo Polito.

10. Trate o outro com educação e gentileza

Seja qual for o debate, é importante sempre tratar o outro com educação e gentileza. Sem isso, nada funciona. “Por favor”, “entendo seu ponto de vista” e “obrigado por expor tão claramente aquilo que pensa” são maneiras de se mostrar comprometido com a imagem do outro.

http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-03-13/como-ganhar-uma-discussao.html


quarta-feira, 5 de junho de 2013

GESTÃO DE SALA DE AULA


GESTÃO DE SALA DE AULA

 Resumo do vídeo de Celso Vasconcelos

O autor discute a gestão da sala de aula como algo que precisa ser refletida por professores, coordenadores, destacando: A valorização do professor como sujeito;

O conceito de Zona de autonomia relativa: trata-se de um espaço circular entre o limite interno e externo.

 O limite interno é o das pessoas e da instituição. É nesse espaço que está a liberdade. Isso implica: respeitar o conhecimento prévio do aluno, história de vida, definir objetivos e conteúdos que lhe sejam adequados, conquistar o aluno para a aprendizagem, etc. Isso depende do professor e de mais ninguém.
No limite externo encontra-se a Escola, o Estado, a família, a mídia. Portanto, “ ... a sala de aula é o lugar onde as coisas acontecem na escola, ou não.”

O trabalho com o conhecimento – O professor deve desenvolver sua capacidade de estabelecer relações interpessoais sadias. Isso se faz, ouvindo o aluno e fazendo-o sentir-se respeitado.
A disciplina em sala de aula está ligada ao clima em sala de aula. Se ocorre um envolvimento pessoal do professor com as peculiaridades da turma o clima fica mais amistoso, e isso permite a aproximação do professor. Organização da coletividade – É função do professor criar condições para que a aprendizagem ocorra. O aluno não vem pronto de casa, disciplinado e querendo aprender. É o professor que tem que despertar o desejo de aprender. Esclarecer para o aluno para que ele está na escola. Resgatar o sentido da escola. Fazer coletivamente o contrato didático “ o combinado” e depois levá-lo a sério. A disciplina não se opõe a liberdade – Desde que ela seja construída a partir de regras estabelecidas coletivamente. Reconhece-se que existe a responsabilidade do Estado, da família, dos governantes, mas não se pode negar a responsabilidade da escola e do professor diante dos resultados da educação.

 A construção do conhecimento não está acontecendo nas escolas brasileiras. A construção do conhecimento tem três dimensões conforme a metodologia dialética do conhecimento em sala de aula que se sustenta em 3 pontos básicos:
 1 – Para o aluno aprender ele tem que querer. Para isso ele deve ser desafiado, motivado.
 2- Para o aluno aprender ele tem que agir – Construir conhecimento, analisar, investigar.
 3- Para o aluno aprender ele tem que expressar – Expressão é síntese do conhecimento.

É fundamental saber expressar o conhecimento adquirido. O autor ressalta ainda questões que só ocorrem no cotidiano pedagógico: O problema do imprint escolar – O professor é o único profissional que rejeita o conhecimento científico de sua profissão: a didática, porque julga que já sabe, porque aprendeu sendo aluno. Ledo engano “ o professor acha que sabe”. Enfrentamento de desafios – Piaget, propõe a sanção por reciprocidade – Que é o castigo que tem a ver com o delito cometido que leva a reflexão. Essa visão de disciplina está contemplada no ECA, isto é com respaldo legal. Também deve estar prevista no PPP da escola, para evitar problemas com os pais.

Discute-se também algo muito comum em nosso meio: Como o coordenador pode enfrentar a resistência dos colegas.
 Infelizmente existem muitos profissionais estagnados diante da ineficiência da educação oferecida e contraditoriamente ainda resistem a mudança. Sugere-se não se preocupar demais com estes colegas, eles não tem nada a oferecer. Não se deve esquecer daqueles que querem fazer a diferença, estes que valem a pena.

 O vídeo produzido pela editora SM, foi discutido no encontro dos coordenadores pedagógicos. Espera-se sensibilizar os professores para estas questões a fim de que sejam construídas alternativas em cada escola.

Por: Evanilde Gomes

TEXTO PARA REFLEXÃO

 

Culpado ou Inocente

Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.
Na verdade, o autor do crime era pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiro momento se procurou um “bode expiatório” para acobertar o verdadeiro assassino. O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca.
Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história. O juiz, que também foi comprado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que este provasse sua inocência.
- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino – determinou o juiz.
Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance de o acusado se livrar da forca. Não havia alternativas para o pobre homem.
O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um.
O homem pensou alguns segundos e, pressentindo a “vibração”, aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu.
Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.
- Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber o seu veredicto?
- É muito fácil. – respondeu o homem – Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário. Imediatamente o homem foi liberado.

MORAL DA HISTORIA: Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até o último momento. Saiba que, para qualquer problema, há sempre uma saída. Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar. Vá em frente apesar de tudo e de todos, creia que pode conseguir. 

Reflexão:

Quantas vezes nossa avaliação também se assemelha a um julgamento de "cartas marcadas"? 
O aluno consegue driblar esta situação? Como?